sábado, 14 de maio de 2016

Diablo Swing Orchestra: Pandora's Piñata

Pandora's Piñata, disco de 2012 da banda sueca Diablo Swing Orchestra



Dê o Play > !!!             

O disco abre com Voodoo Mon Amour, que já apresenta bastante swing devido aos metais/sopros, ao mesmo tempo que tem a harmonia do metal e a belíssima voz da AnnLouice. O single é um ótimo cartão de visita do álbum.


"DSO": Banda de Metal vanguardista, com swing revival, Jazz, Funk jazz, jazz vanguarda, um pouco de metal progressivo (tipo 1970s). Todas as músicas têm algum fator inesperado, como um solo de trompete, uma sítara, etc. Daí vem Blues, elementos burlescos... A base da banda é o Metal mas eles gostam de trazer tudo de bom que possa manter um diálogo inovador mas ainda assim coerente. Embora classificada como metal de vanguarda, o som é bastante acessível, pois os elementos trazidos não são demasiado estranhos.

O sucesso deste álbum pode ser explicado pela magnífica orquestragem dos instrumentos e arranjos, melhorada em comparação com os álbuns anteriores. Além disso, é característico da banda dar maior relevância a instrumentos como violoncelo e violino, o que geralmente é ferramenta acessória quando se encontra em álbuns do gênero.

Outro ponto que a banda acerta muito, é montar boas parcerias - chegando ao status de Big Band - para que todos os instrumentos possam se alinhar e contribuir para que tudo seja impressionante, até os tons mais sutis.

Atualmente a banda está passando por uma transformação, pois a vocalista AnnLouice Loegdlung saiu em 2014 devido à sua carreira na ópera. A atual vocalista é Kristin Evegard. Não será a primeira mudança da banda, e os fãs e críticos apostam que banda irá continuar inovando e surpreendendo.

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domingo, 28 de fevereiro de 2016

Teresa Cristina canta Roberto

Aproveitando a deixa do último post (Andreia canta Rita Lee), venho trazer...

Teresa Cristina, artista com mais de 20 anos de carreira, majoritariamente dedicado ao samba e MPB.
Eu há um bom tempo queria conhecer Roberto Carlos, e acho que comecei do jeito certo! Teresa, que cresceu ouvindo sua mãe cantar Roberto, se inspirou pra fazer este trabalho fantástico.

O disco abre com "Ilegal, imoral ou engorda", numa ótima vibe, e tiro o chapéu para tudo, guitarras, bateria, baixo, vocal, back vocal, sopros, teclado... e já faz uma ótima chamada para o que vem por aí. Saca esse teclado crescendo até o fim, aí!


Ainda, essa fantástica interpretação de Curvas da estrada de Santos, que é uma ótima música, minha favorita (e de um monte de gente, né). Mas a interpretação tá fantástica, tanto vocal como instrumental!



O disco conta ainda com outras grandes canções: "Como 2 e 2" de Caetano, "O portão", "Quando", o rock/Ska "Do outro lado da cidade", e outras (Confira na lista, 1º link do youtube.

Os Outros são Vitor Paiva (baixo), Fabiano Ribeiro (bateria), Eduardo Sodré e Papel (guitarras) e Botika (vocal). E mais: Yuri Villar (sopros) e Ricardo Rito (teclados).

Baixar do Musicalango

Para comprar
iTunes (Versão Deluxe)
Deezer
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sábado, 30 de janeiro de 2016

Rita Lee, por Andreia Dias

Andreia Dias revisita obras setentistas de Rita Lee, no seu quarto álbum, Prisioneira do amor (2015).
A paulista já integrou a banda DonaZica, mas desde que saiu, de 2008 para cá, lançou 3 álbuns.


   A idéia da psicodélica homenagem surgiu quando Andreia fez alguns shows com os irmãos Nardo, Rubens e Beto, que acompanharam Rita lá nos 70's. Num desses shows, o dono do selo Jóia moderna viu, gostou, e levou tudo a um encontro com Tim Bernardes (O Terno), que produziu o disco, e inclusive gravou na sua própria casa.


   Andreia procurou escolher músicas mais lado B, dos primeiros discos da Rita, época em que Rita lançou Build Up (1970) e Hoje é o primeiro dia do resto da sua vida (1972). A única exceção é Ovelha Negra, que é a mais famosa, mas diversos fatores - pessoais e artísticos - levaram Andreia a incluir no repertório.


   No entanto, as músicas ganharam uma roupagem especial da banda e principalmente de Tim Bernardes, e até Ovelha Negra é mostrada de uma forma bem diferente do que a maioria está acostumada.


Pessoalmente, gostei do trabalho, os toques de psicodelia são muito bons, tiveram boas sacadas, se mantendo fiel à proposta original. Essa audição realmente nos traz uma emoção singular e até nostálgica pra quem conhece o trabalho da Rita.

Tá aí! Uma coisa que Com certeza vale a pena você conferir, vai ser uma audição gostosa, prazerosa.
Dê um saque aqui, calango!
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